Família

Sexo e companhia: Mães confidenciam situações de grande constrangimento com os filhos

Filipa Rosa
publicado há 1 semana
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Prepare-se porque as histórias são hilariantes! O site Crescer desafiou um grupo de mães a confidenciar situações embaraçosas que tenham vivido com os filhos e como é que “descalçaram a bota”.

Seja em conversas com amigos, em plena praça pública ou dentro da própria casa, as crianças conseguem deixar os pais constrangidos em muitas situações. Selecionámos as melhores histórias de sempre e temos a certeza que vai ler até ao fim… entre muitas gargalhadas.

Maria Cristo Teles

«Por volta dos seis anos, quando o meu filho queria muito ter um irmão, estávamos os dois em casa sozinhos e ele insiste com a conversa: “Por que é que eu não posso ter um irmão? Porquê???” Eu, já cansada de o ouvir e porque o pai não estava presente, na tentativa de terminar ali o assunto, disse-lhe: “Olha, porque o pai não quer!” Saiu de perto de mim, aborrecido… Volta passados dois minutos e diz muito entusiasmado: “Mãe, mãe, já sei como fazemos… Quando o pai estiver a dormir, espremes-lhe a pilinha sem ele saber, metes as sementes na tua barriga e ele nem precisa de saber!” Ainda hoje estou para saber onde foi buscar a ideia de “espremer”…»

Rute Alegria

«A minha filha apanhou-nos a fazer o “amor” numa posição um tanto ou quanto peculiar! E eu muito rapidamente disse que estava a mostrar uma nódoa negra ao papi e a pedir-lhe para ele colocar um creme! Ahahahah Ela acreditou mas não ficou convencida! Mas eu devo ter dito aquilo com um ar tão sério que nunca mais nos disse nada acerca daquele “encontro imediato” ahahahah»

Susana Faria

«O meu filho Miguel aos seis anos disse-me: “Eu sei como se fazem os bebés… O pai tem uma semente… A mãe põe a pila do pai na boca e engole a semente e a semente cresce na barriga da mãe…”»

LEIA TAMBÉM: «O meu filho apanhou-nos a fazer amor no sofá!»

Vânia Pinto Oliveira

«A minha filha de três anos apanhou o meu marido a tomar banho e reparou que ele, para além do material, tinha umas coisinhas penduradas atrás… e perguntou-lhe: “O que é isso?” E ele respondeu: “São as minhas bolinhas, tu saíste daqui! (O que é que ele foi fazer!!!) E ela disse: “E então, como é que eu fui para a barriga da mãe?” E ele: “O pai deu um abraço muito apertado à mãe e tu saltaste para a barriga dela, depois nasceste!” Pronto, assunto encerrado! Pensei eu! Entretanto fui a Portugal de férias (moro no Reino Unido), fomos aos Pastéis de Belém e uma senhora perguntou-lhe o nome. Ela respondeu: “Sou a Khloè!” E a senhora: “Que nome lindo! Mas tu vieste de onde?” Resposta dela: “Eu? Saí das bolas do meu pai para a barriga da minha mãe!” Escusado será dizer que quem voltava para a barriga da minha mãe era eu naquele segundo!»

Alexandra Madeira

«A minha filha tinha oito anos na altura. Fomos jantar com um casal gay (dois homens). A miúda já conhecia estes meus amigos. Mas naquela noite decidiu perguntar: “Mamã, eu sei como um homem e uma mulher fazem sexo. Mas não sei como dois homens o fazem. Como é?!” Nunca menti à miúda, só não fui gráfica. Disse que há mais para além do sexo como ela vê na televisão. O amor é a base para o sexo e isso faz-se com carícias, abraços, e outros atos que, com a idade e despertar sexual, na idade certa, iria perceber…»

Sílvia Francisco

«Eu trabalhava na caixa de supermercado, um menino com os seus cinco anos estava a fazer uma birra descomunal porque queria um saco de rebuçados que a mãe não queria comprar, ao que a alminha iluminada responde à mãe: “Se não me comprares isto, digo aqui bem alto que tu dás beijinhos na pilinha do papá!” Escusado será dizer que lá ganhou os rebuçados e eu só me queria esconder…»

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Isabel Ribeiro

«Uma amiga estava numa loja de roupa com a filha de seis anos e diz-lhe: “Anda comigo que eu vou experimentar esta saia.” E ela responde: “Não vou não, que tu cheiras mal da pomba!”»

Sílvia Sousa

«A minha Diana com quatro anos apanhou-nos no ato mas estávamos debaixo do edredão… Quando reparámos, ela já estava ao pé da minha cara, ou seja, só viu os movimentos e perguntou muito séria: “Mãe, por que é que o Tiago está a fazer ondas em cima de ti? E eu: “Oh filha, estamos a brincar aos golfinhos no mar… e o buraco para me enfiar…»

Déby Bilé

«Cada vez que me lembro disto sinto-me a corar. Então uma bela manhã, o meu filho de oito anos na altura, abordou-me com a seguinte pergunta: “Mãe, por que é que ontem a vossa cama estava a fazer tanto barulho?” e eu fiz-me de desentendida, mas ele continuou: “E por que é que tu estavas a fazer barulhos?” (e nisto imita os barulhos sensuais do amor…) Eu fiquei congelada! Não tinha resposta e nem conseguia olhar para ele!!! Mas ele continuou: “Mãe, olha para mim, eu sei que vocês estavam a fazer sexo pronto!” Morri, a sério!»

Carla Gomes

«Eu, descansadinha da vida às compras em pleno supermercado, quando vou buscar pasta dos dentes, só oiço a minha filha: “Oh mãe, tu tens um destes cor-de-rosa que eu já vi…” Oi??! Quando vi que ela se referia ao lubrificante que fica ao lado dos cremes das próteses e que estava uma senhora já de uma certa idade a ouvir aquilo tudo e se desatou a rir com a situação… Bem que a minha vontade era arrancar os dentes à miúda.»

Isabel Ribeiro

«Duas amigas nos dois bancos da frente com os três filhos atrás. Diz um menino: “Oh mãe, a vizinha ontem estava a ver um filme de uma senhora a meter na boca a pila de um senhor.” Responde a menina: “Isso é um broche! Os três com oito anos…»

Lia Tavares Neto

«Uma amiga contou-me que o filho de 11 anos estava preocupado por não saber fazer amor quando chegasse à altura. A mãe disse-lhe: “Tens tempo para aprender, não te preocupes!” Ao que ele responde: “Da próxima vez que fizeres com o pai, posso sentar-me aos pés da cama a ver? Prometo que não faço barulho nenhum!”»

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