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«Sim, partilho os meus filhos nas redes sociais… E então?»

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publicado há 6 meses
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Hoje em dia todos têm uma opinião a dar sobre tudo e mais alguma coisa. Preso por ter cão e preso por não ter. No meu caso então… Quantas pessoas me criticam por divulgar a cara dos meus filhos!

Mas o que têm a ver com isso? Olha agora… Eu tenho perfeita noção do que faço. As minhas redes sociais são muito privadas e controladas. A informação e imagens que partilho só estão acessíveis a quem eu quero. Os perigos da Internet certamente estão citados para páginas públicas e de grande exposição. Não é de todo o meu caso. Os famosos é que expõem demasiado, na minha opinião…

Tenho familiares no Brasil, na Alemanha, amigos na Suíça, Canadá, Londres, Espanha e fiquemos por aqui. Quando fui mãe pela primeira vez ainda tentei resistir às publicações privadas. Só fotografava a minha filha do nariz para baixo, a mãozinha, o pezinho. Não se entende. Quando eles mais devem ser expostos, porque as feições mudam semana após semana, é que nós tentamos proteger. Depois crescem e é à grande.

A partir dos três meses dela comecei a divulgar a cara. Todos me pediam fotos por mensagem privada, Messenger, Whatsapp. Pensei: “Por que raio não devo partilhar nas redes sociais só porque os outros dizem que não?!” Faço-o porque sei quem vê. E acreditem, só os mais chegados é quem têm esse privilégio, todos os outros apaguei-os.

Confesso que antes de o fazer, fiz uma limpeza na lista dos amigos no Facebook e eliminei muitos que não fazem parte da minha vida há anos.

Texto: Raquel Proença

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