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«Se o menino te bater, bates-lhe também»: Estará isto correto?

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publicado há 3 semanas
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A autora da página Sei Lá Eu Ser Mãe tem um dilema. Se fosse consigo, o que faria?

 

O dilema da infância!

Sempre ensinei o meu filho que não se bate. Tive do meu lado a “sorte” de nunca sentir a necessidade de lhe dar uma palmada o que ajudou. Sinto que bater é das maiores faltas de respeito que se pode ter com alguém. Mas os miúdos batem e quero acreditar que apenas por imaturidade.

A dificuldade está em quando os nossos são alvos de miúdos que batem… diariamente. Quando eles chegam a casa e dizem: “O Afonso bateu-me!”, uma e outra e outra vez começa a doer e a fazer mossa no coração de mãe. O “Afonso” não faz por mal. Faz porque é criança. Mas nada me dá o direito de dizer ao meu filho que “se o menino te bater, bates-lhe também” e ao mesmo tempo, nada me dá o direito de dizer ao meu filho, que tem que se aguentar… todo o santo dia!

Resposta para o dilema, não tenho. Tenho-me esquivado do conselho de mãe entre brincadeiras e distrações. Mas confesso que estou desejosa do dia em que ao perguntar-lhe “e tu, o que é que fizeste?” ele não me responda “chorei”.

 

Texto: Página de Facebook Sei Lá Eu Ser Mãe

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