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Pai solteiro quer entregar o filho para adoção: «Não consigo fazer mais nada»

Redação
publicado há 4 meses
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Um homem, de 23 anos, lançou a polémica com um depoimento anónimo. A namorada engravidou pouco depois da faculdade, quando tinham apenas 21 anos. Ela queria abortar, mas ele quis assumir a paternidade sozinho. Hoje a criança tem dois anos e ele quer entregar o filho para adoção.

«Ela queria abortar, mas como sou cristão, senti que era contra as minhas crenças. Acho que a opção do aborto deve existir para pessoas que não acreditam no que eu acredito, mas eu não quis isso», explicou na publicação das redes sociais. Arrependido, o jovem revelou que na altura tinha um bom emprego e achava que era o suficiente para cuidar de uma criança.

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O pai solteiro explicou ainda como tudo correu depois do nascimento da criança. «O nosso bebé nasceu, ela mudou de cidade e foi morar com os pais. Eu fiquei com o meu filho», conta, acrescentando que não esperava que a vida de pai fosse tão complicada. «Eu não consigo fazer mais nada além de trabalhar e cuidar do meu filho. A minha mãe mora longe, mas ela visita-nos uma vez por mês e sempre que vem deixa-me ter um tempinho só para mim.»

Ser mãe é muito difícil, exigente e desgastante. No entanto, quando é um homem sozinho a cuidar de uma criança, é muito mais reconhecido do que uma mulher, tal como demonstra um estudo do Boston College Center for Work and Family.

Os investigadores ouviram 33 pais solteiros que confessaram que o facto de serem pais ainda os ajudou a conquistar um trabalho e a serem mais valorizados no ambiente empresarial.

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