Alimentação

As crianças devem comer a quantidade que querem ou o que os pais põem no prato?

Redação
publicado há 3 meses
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É uma das principais dores de cabeça para muitos pais. Mas, afinal, devemos obrigar os nossos filhos a acabarem o que têm no prato? A pediatra Sónia Marques responde-lhe a esta questão.

Para Sónia Marques, a hora da refeição deve ser de convívio familiar, uma hora natural, tranquila e sem grandes stresses. Segundo a pediatra, as crianças imitam muito o que os pais fazem. Portanto, se a alimentação for saudável, os seus filhos vão seguir o exemplo. «Claro que há alturas em que eles não comem tudo o que está no prato. Não devemos insistir, não nos vamos preocupar. Na realidade, o que podemos fazer? Se aquela refeição não foi toda, não podemos permitir depois que comam até à próxima refeição. Se eles percebem que não comem a refeição toda e a seguir têm direito a uma bolacha, um docinho ou um chocolate, não se esforçam por comer aquela comida, porque a seguir acabam por comer o que querem… Por isso as refeições devem ser mantidas. Se não comeu tudo, na próxima refeição há de comer melhor», refere a pediatra.

Foi durante «O Programa da Cristina», na SIC, que Sónia Marques abordou este assunto. Segundo defende, os pais erram em fazer inúmeras coisas para tentar convencer os filhos a comer. «Não se deve fazer um circo à mesa, não podemos chantageá-los. A refeição deve ser um momento calmo, tranquilo, e a comida nunca deve ser uma moeda de troca. ‘Se tu comeres, podes ver televisão… Se não comeres, não vês…’ Não! A comida e a refeição têm de ser tranquilas, um momento de família, em que toda a gente se reúne e comunica», afirma.

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