Saúde

Bronquiolite: Umas das causas que leva ao internamento das crianças

Redação
publicado há 3 anos
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A bronquiolite e a bronquite viral são doenças infecciosas dos lactantes e das crianças pequenas que afeta todo o trato respiratório, mas fundamentalmente as vias aéreas mais pequenas do pulmão (os brônquios ou os bronquíolos).

Durante a infeção, as pequenas vias que transportam o ar até aos pulmões ficam obstruídas, o que dificulta a entrada e saída de ar e, consequentemente, a oxigenação do sangue.

Quais são os sintomas da bronquiolite?

 

– Os sintomas iniciais de bronquiolite são secreções e obstrução nasal, por vezes acompanhadas de tosse e febre;
– Alguns dias depois, a tosse pode agravar, ficando a respiração mais rápida, ofegante e com esforço evidente (balanceio da cabeça, gemido, ‘covinhas no pescoço’, ‘costelas marcadas’);
– Nesta fase, os pais notam ruídos respiratórios agudos (pieira, ‘gatinhos’);
– Em alguns bebés pequenos podem ocorrer pausas respiratórias;
– É habitual os bebés tolerarem menos quantidade de leite, podendo engasgar-se ou vomitar com facilidade, pois os sintomas tornam a alimentação mais difícil;
– Diminuição do número de fraldas molhadas;
– Os bebés ficam frequentemente mais irritados ou, pelo contrário, sonolentos.

Como se pode contrair bronquiolite?

As crianças pequenas contraem estas infeções quando entram em contacto com outras pessoas que a têm. Geralmente, são contagiadas por outras crianças (mais provável entre as que frequentam o infantário), pelos irmãos mais velhos ou por outros membros da família em que a doença se manifeste como um simples catarro.

O vírus contagia-se quando a pessoa infetada espirra ou tosse, expulsando as secreções que o vírus contém e estas entram em contacto com a criança direta ou indiretamente (por exemplo, depositam-se na superfície de uma mesa, ou em brinquedos ou outros objetos que a criança toca, e depois leva as mãos à boca ou ao nariz).

 

Quando se deve contactar o pediatra?

 

– Se a criança tiver dificuldade respiratória;
– Se o bebé mamar menos de metade da dose habitual em duas ou três refeições ou se não urinar durante 12 horas;
– Se a febre for elevada (superior a 39ºC);
– Se a criança tiver outros problemas de saúde (cardíacos, pulmonares, imunológicos, neurológicos);
– Se estiver preocupado ou se a criança não estiver bem (muito cansada ou irritada).

Geralmente, a criança melhora num período de uma a duas semanas. O regresso à creche é possível assim que a criança se sinta bem, com normalização da alimentação e sem dificuldade respiratória.

A criança deve ser reavaliada pelo médico assistente como habitualmente.

Alguns bebés poderão adoecer gravemente e necessitar de cuidados intensivos que podem incluir ventilação mecânica. Pode ser necessário transferir o bebé para outro hospital onde se situa a unidade de cuidados intensivos. Essa transferência é feita em ambulância medicalizada.

 

Textos: Site CUF e Dodot

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