Bebés/Crianças

Bebés nascem com cabelo branco e tornam-se fenómenos nas redes sociais

Redação
publicado há 11 meses
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Patricia Williams é americana e mãe de quatro filhos.

Quando o primeiro tinha seis anos, ela e o marido decidiram aumentar a família. Mas não imaginavam o que ia acontecer…

O facto de médicos e enfermeiros olharem para o segundo filho do casal de forma “especial”, logo após o nascimento, fez com que percebessem que uma determinada característica do bebé chamava a atenção de todos.

Redd nasceu com o cabelo todo branco, mas foi algo que o casal não achou estranho, pois todos têm cabelo loiro, olhos e pele claros.  «Na altura deveríamos ter percebido que havia algo de especial com ele quando as enfermeiras (que não eram nossas enfermeiras) chegavam para ver o ‘bebé com cabelo branco’. Eu e o meu marido estávamos tão felizes em mostrá-lo que nem percebemos», contou ao site Love What Matters.

Afinal, o menino é albino

Já em casa, o tempo ia passando e o cabelinho de Redd ia chamando cada vez mais a atenção. «O cabelo dele era tão branco que brilhava à luz do sol», revelou a mãe à mesma publicação.

Mas o cabelo branco do bebé não era a única característica que chamava a atenção aos pais. «Eu tentava bloquear a visão dele com as mãos para ver se ele desviava os olhos para baixo, mas nada funcionava. Eu fazia piadas a dizer que talvez ele estivesse a ver fantasmas a voar para a frente e para trás no teto. O meu marido dizia que parecia que ele estava a assistir a um jogo de ténis», referiu.

Com tantas situações “diferentes”, o marido de Patricia Williams foi à Internet e pesquisou pelas características do filho. O “diagnóstico” foi… albinismo. «A primeira coisa que ele leu foi que eram características comuns em bebés com albinismo. Na época, nunca tinha ouvido essa palavra e perguntei o que significava. Lembro-me dele olhar para o Redd e dizer: ‘cabelos brancos, pele pálida, a situação dos olhos … ele é albino’», disse.

As consultas nos especialistas

Durante as consultas de rotina, o pediatra nunca tinha reparado em nada de estranho, pois o bebé estava sempre de olhos fechados.

A partir daí, o pediatra encaminhou a família para um especialista em genética e outro em optometria (prática profissional que tem como objetivo a realização de medições de amplitude visual).

E a certeza foi dada: albinismo tipo 1. Um estudo feito pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, mostrou que a condição atinge uma em cada 17 mil pessoas no mundo.

O especialista questionou se algum dos elementos do casal tinha albinos na família. Aí, Patricia Williams lembrou-se da avó, que sempre teve a pele muito clara e os cabelos brancos – apesar de nunca admitir que é albina.

«As pessoas ficavam muito curiosas para saber o motivo do cabelo branco»

Quando andavam com o bebé na rua, tinham de parar «em todo o lado». «As pessoas ficavam muito curiosas para saber o motivo do cabelo branco. Muitos faziam perguntas e até queriam tocar no cabelo. Por causa da sua sensibilidade à luz do sol, fomos a muitas praias e parques infantis ao amanhecer ou ao entardecer para que ele pudesse brincar confortavelmente. Isso tornou-se divertido para nós porque normalmente éramos os únicos no espaço», revelou.

A família aumentou e havia 25 por cento de probabilidade de o bebé ser albino. Não aconteceu. Nasceu um menino, Wolfgang, com pele mais morena e os olhos castanhos claros.

Mas o casal ainda foi ao quarto filho, chamado Rockwell, e desta vez, nasceu mais uma criança albina. «No momento do parto o médico acendeu uma lanterna durante a passagem da cabeça para o canal vaginal e viu que o cabelo do bebé era bem branquinho. Eu gritei, a minha sogra chorou e quando ligámos para minha avó para contar a novidade ela disse: “Oh, não!” e isso fez-nos rir», finalizou.

Veja algumas imagens desta família, na nossa galeria.

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