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Mais de 2 mil alimentos vão passar a estar à venda com menos sal, açúcar e gordura

Redação
publicado há 7 anos
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O acordo com a indústria alimentar e distribuição prevê uma redução de 10 por cento no teor de açúcar dos cereais de pequeno-almoço, iogurtes e leites, e sete por cento para néctares.

Mais de 2.000 produtos alimentares, entre refrigerantes, cereais de pequeno almoço, leites com chocolate e batatas fritas vão ser reformulados para reduzir os teores de açúcar, sal e ácidos gordos até 2022.

O acordo com a indústria alimentar e distribuição, assinado esta quinta-feira, dia 2, pela Direção-Geral da Saúde e, segundo o jornal Público, abrange mais de 2.000 produtos, prevê uma redução de 10 por cento no teor de açúcar dos cereais de pequeno almoço, iogurtes, leites fermentados, leite com chocolate e refrigerantes e uma redução de sete por cento para os néctares de fruta.

«Pretende-se que as pessoas tenham acesso a alimentos saudáveis de uma forma mais facilitada», disse à Lusa a secretária de Estado da Saúde, Raquel Duarte, explicando que os alimentos a reformular foram selecionados através dos inquéritos alimentares nacionais e com a Comissão Europeia.

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A governante explicou também que foram identificados «não só os alimentos que mais contribuem para a ingestão de açúcar, sal e ácidos gordos, mas também os que eram maioritariamente consumidos pelos grupos mais vulneráveis como crianças e adolescentes».

Raquel Duarte disse que a redução no teor de sal, que abrange batatas fritas e outros ‘snacks’, pão, cereais de pequeno almoço, sopas prontas, refeições prontas e pizzas, atinge os 10 por cento, mas há valores específicos: «No sal pretende-se atingir um grama de sal por 100 gramas de pão e nos cereais de pequeno almoço os 10 por cento de redução».

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